Agora você pode ter um barril e uma chopeira OPA BIER na sua casa.
Nós fazemos toda a parte de entrega e instalação, deixando tudo pronto pra você curtir os melhores momentos.
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A história liga as mulheres à cerveja desde aproximadamente 4.000 a.C.. Como já falamos aqui no blog, essa relação passou por diversas fases e, atualmente, muitas mulheres estão no comando de diversos negócios cervejeiros.
Agora, já pensou ter uma mãe cervejeira? Para comemorarmos este mês das mães, conversamos com algumas delas que participam do movimento Mulheres Cervejeiras, com sede em Curitiba-PR, para conhecer um pouco mais sobre a rotina delas e a relação familiar com a cerveja. Confira:
Sua relação com as cervejas especiais não foi exatamente um amor à primeira vista. No início, havia certo estranhamento com o sabor, mas com o passar do tempo – e após experimentar diferentes rótulos -, o interesse cresceu.
Foi quando Alessandra iniciou as produções caseiras. Atualmente, ela tem um contato praticamente diário com a cerveja por meio de degustações e profissionalização, o que contribui também para unir toda a família.
“Conhecer a história de outras cervejarias, novos rótulos/estilos, a troca de experiências com outras pessoas, tudo isso está diretamente ligado à minha vida ultimamente. E toda essa paixão levou a um envolvimento muito grande de toda família em ajudar a tornar nosso sonho em realidade, e todo esse apoio de amigos e familiares tem feito a diferença”, conta Alessandra.
Com o tempo dedicado ao estudo da cerveja, Alessandra ressalta a disposição que ganhou para correr atrás de seus objetivos nos âmbitos pessoal e profissional, e deixa a dica para as apreciadoras iniciantes:
“Antes de mais nada é preciso que haja amor, paixão e prazer no que está fazendo. O caminho não é fácil e requer muita dedicação, estudo e comprometimento para acompanhar o mercado e produzir uma cerveja de qualidade. Trocar informações com outras pessoas com mais experiência também é super válido. E, claro, não ter medo de começar, porque o aprendizado vem com a prática e com a prática, a perfeição. Cheers!”
Sua história com a cerveja foi amor à primeira vista! Desde as primeiras degustações, ela se encantou com a bebida, que é a preferida até os dias atuais. A carioca, que domina as técnicas de produção de cerveja artesanal de panela, conta que as filhas participam das experiências em casa:
“Na maioria das vezes, bebo em casa, sozinha, com amigos ou na companhia das minhas filhas. A mais velha, de 20 anos, já experimentou e não gostou. A caçula de 7 anos não vai experimentar tão cedo, mas adora me ajudar a moer o malte em dia de brassagem.”
Monique conta que aprecia quase todos os estilos, mas suas cervejas preferidas são as mais encorpadas, como Stouts e lupuladas, como a IPA.
Esta sim é uma história de conversão para o lado luminoso da força! Jéssica era consumidora fiel de cervejas industrializadas, até experimentar a artesanal que lhe despertou o interesse na hora. Atualmente, está aprofundando os conhecimentos com o curso de Sommelier, e prefere as cervejas bem lupuladas, como a IPA.
O conselho é iniciar com cervejas mais leves e não tão amargas, embora seja importante experimentar diversos estilos e anotar os preferidos para não perder de vista.
Tudo começou na sala de estar, assistindo a programas de TV sobre o universo cervejeiro. Assim despertou o interesse de provar a cerveja artesanal em encontros de food truck, e Luísa logo se apaixonou. O interesse cresceu de tal forma que, juntamente com o marido, fundou uma cervejaria em casa, com produção em pequena escala.
Atualmente, devido à gravidez, Luísa fez uma pausa na degustação das cervejas, porém conta que seus estilos preferidos são IPA e Stout. Recomenda que as mamães apreciadoras experimentem todos os estilos, afinal, vale a pena passar pela experiência de conhecer todos!
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