Nossa História é uma
Homenagem aos Colonizadores
de Joinville

A Opa Bier foi fundada em fevereiro de 2006 para resgatar a tradição joinvilense de produzir cervejas de qualidade incontestável. É uma homenagem aos primeiros colonizadores de Joinville, que encontraram água pura para a produção de cerveja e aos cervejeiros que por muito tempo, deram fama à Joinville fabricando a melhor cerveja do Brasil.

Cerveja Artesanalartesanal-detailde Qualidade

A Opa Bier se dedica à produção de cervejas artesanais elaboradas com maltes e lúpulos selecionados. Elaboramos um chopp de alta qualidade, preservando o verdadeiro sabor e satisfazendo os mais exigentes paladares.

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das Cervejarias
em Joinville

Herança e tradição das boas cervejarias

Joinville sempre teve fama por conta de suas diversas cervejarias. De acordo com a história da cidade, cada clube de caça e tiro costumava manter sua própria fábrica de cervejas. Durante o início do século XX, três cervejarias se destacaram na cidade: Perner (localizada na atual Rua 9 de Março), Reinold (localizada na atual Rua Jaguaruna) e Czernay (localizada nos fundos da Sociedade Ginástica de Joinville).

Conheça algumas cervejarias que mantiveram a tradição da cerveja de qualidade em Joinville:

1852

Cervejaria Schmalz

Fundada em 1852 pelo suíço Albrecht Gabriel Schmalz, a Cervejaria Schmalz foi a pioneira na cidade de Joinville, antiga colônia Dona Francisca onde o imigrante e sua família desembarcaram. Sua casa ficava ao lado do ribeirão Mathias, de águas cristalinas, perfeitas para produzir cerveja. Schmalz trouxe as máquinas da Europa para fabricação da cerveja. Como o clima da região era impróprio para cultivo da cevada, ele utilizou milho na composição, uma fórmula pré-colombiana do povo Inca. “O malte era feito pela germinação dos grãos de milho em água quente. Uma tina de madeira era usada para clareação e, depois, a fermentação e a maturação duravam quase duas semanas”, explica Wilson Gelbcke em sua narração no livro “Do Cantão para Joinville, a saga da Família Schmalz”. Nasceu assim a Cerveja Schmalz, a primeira cerveja artesanal de Santa Catarina.
1858

Cervejaria Kuhne

Conhecida pelo nome de Bierbraunieri Kuehne, a cervejaria iniciou suas atividades em 1858. Ela estava situada na Rua Jaguaruna e foi uma das responsáveis por batizar a rua com o título de Bierstrasse (Rua da Cerveja, em português).
Em 1906, a Cervejaria Kuehne lançou a marca "Progresso 1906", alusiva às comemorações de inauguração da estação ferroviária de Joinville.
Em 1958 é fundada a Kühne & Cia e a Cerveja “Ponte do Diabo” é lançada. Essa era uma cerveja que “possuía” rapidamente quem a bebia. Isso acontecia pelo alto teor de álcool, bem acima da média.
1875

Cervejaria Berner

Rischbieter Brauerei era uma importante cervejaria de Blumenau e estava estabelecida ao sopé do morro da Bela Vista, por volta de 1875. Em 1918, ela foi vendida para Walter Otto Berner, de Joinville, e começou a se chamar Cervejaria Berner. Alguns anos depois o negócio começou a passar por dificuldades financeiras. Então, Otto encerrou suas atividades de fabricação de cerveja, vendeu seu maquinário para a Cervejaria Joinvillense e passou a fabricar somente refrigerantes.
1889

Cervejaria Tiede

As primeiras cervejas da Cervejaria Tiede começaram a ser produzidas em 1889 por Alfred Tiede, nascido em 1854 na Prússia Ocidental. Alfred morreu de câncer em 1904 sem deixar filhos, apenas um sobrinho adotado. O nome dessa sobrinho era Seyboth.
Após a morte de Alfred, sua esposa Lilly Tiede assumiu os negócios da família. Os rótulos da primeira década do século 20 mostram o novo nome da empresa: “Va de A. Tiede”. Em 1915 o sobrinho assumiu os negócios da mãe adotiva. Nos rótulos o nome da empresa já aparecia como “Alfred Tiede & Cia”. Com a chegada de um sócio, os rótulos passam a apresentar a identificação “Tiede, Seyboth & Cia”.
Até 1925 a cervejaria existia sob o nome Tiede, quando transformou-se em cervejaria artesanal de alta fermentação para cervejaria de baixa fermentação. A modificação no processo visando alcançar maior produtividade trouxe também problemas financeiros que culminaram com a transformação de Thiede, Seyboth & Cia em Cervejaria Catharinense.
1928

Cervejaria Catharinense

Nascida ainda no século 19, a Cervejaria Tiede passou por momentos difíceis. Foi então, por volta de 1928, rebatizada de Catharinense, fabricando cerveja de alta fermentação.
A Cervejaria recebeu a sociedade de diversos industriais, entre eles Heinrich (Henrique) Douat, Eugenio Fleischer, Colin & co., Böhm, H. Zimmermann e Werner Metz. A Catharinense, localizada na Rua XV de Novembro, passou a ser a maior cervejaria do Estado. A empresa fabricava as cervejas Ouro, Pilsen, Catharinense, Clarinha, Sem Rival, Porter e München. Em 1942, a cervejaria é reinaugurada após a conclusão da construção de seu prédio e em 1948 a Cervejaria Catharinense foi vendida para a Antarctica, deixando de ser uma cerveja artesanal.
1948

Companhia Sulina de Bebidas Antarctica

A Cervejaria Catharinense foi vendida para o Grupo Antarctica em 1948. Em 1973 é criada a Companhia Sulina de Bebidas Antarctica, com sede em Joinville – SC. Atendendo à descentralização a companhia passa a operar com a incorporação das unidades de Ponta Grossa (PR) e Curitiba (PR).
A fábrica da Antarctica – atual Cidadela Cultural Antarctica – produziu até o ano de 1998, quando encerrou as atividades integrando-se a Ambev

Cervejaria Max Ravache

Cervejaria Adolfo Czernay

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Conheça um pouco
sobre Joinville

Situada ao nordeste do estado e bem próxima ao litoral, Joinville já foi considerada uma das cidades mais germânicas de Santa Catarina devido aos seus belos jardins, sua arquitetura enxaimel e seu típico chopp artesanal.

A cidade que foi fundada oficialmente em 9 de março de 1851, com o nome de Colônia Dona Francisca, já apresentava naquela época uma forte vocação para o trabalho, vindo a se desenvolver com a criação dos primeiros engenhos de erva-mate, moinhos e olarias.

Com sua gente alegre e hospitaleira, Joinville oferece diversas opções de lazer e cultura como a Festa das Flores, Festa das Tradições, Stammtisch e o Festival de Dança de Joinville, reconhecido pelo Guiness Book como o maior festival de dança do mundo em seu gênero.

Joinville é a maior cidade de Santa Catarina e tem o maior PIB, impulsionado principalmente pelas indústrias, também herança da colonização Alemã.